Para armazenar a gigantesca quantidade de dados e para processar tantas informações, o Google utiliza uma série de data centers que, até então, tinham sido vistos por poucas pessoas. Eles liberaram imagens desses compartimentos secretos nos Estados Unidos e na Europa, que abrigam uma das redes de servidores mais poderosas do mundo.
fonte: Designtaxi
Novas tecnologias garantem eficiência energética
Desde que o cientista norte-americano Thomas Edison inventou a lâmpada incandescente, em 1879, o princípio segue o mesmo: um filamento de tungstênio incandescente dentro de um globo de vidro. Uma bomba de calor. Novas tecnologias na área de iluminação prometem deixar o invento de Edison restrito à história. Foi este o tema de uma palestra sobre iluminação eficiente, promovida pela Comissão Interna de Conservação de Energia, a Cice, de Itaipu.
A palestra foi ministrada pelo engenheiro eletricista Welington Tardivo, da área de Embelezamento Urbano, da Philips do Brasil. Segundo Welington, as lâmpadas incandescentes devem sumir do mercado em pouco tempo. “Na Argentina já há uma lei que proíbe a fabricação deste tipo de lâmpada”, explica.
De fato, a tecnologia criada por Thomas Edison perde feio para as novas tecnologias de iluminação, como lâmpadas fluorescentes e os LEDs (do inglês Light Emision Diod, ou Diodo Emissor de Luz). Na comparação de vida útil, as incandescentes duram mil horas enquanto os LEDs chegam a 50 mil horas. Em relação ao consumo de energia, é possível substituir uma lâmpada de 40 wats por um LED de 7 watts.
“É viável substituir toda a iluminação incandescente de uma casa por LEDs”, diz Wellington. Em relação às lâmpadas fluorescentes, que também são eficientes e tem boa vida útil, ainda não vale a pena fazer a troca. Welington explica que o custo da compra das lâmpadas é apenas a “ponta do iceberg” no custo total de um projeto de iluminação. Vida útil das lâmpadas, manutenção e eficiência energética pesam muito mais no final.
Para o coordenador brasileiro da Cice, Marcelo Miguel, a tecnologia dos LEDs não só permite uma maior eficiência energética, como também torna possível uma especialidade que surge atualmente, o ligthing designer, o profissional que decora usando luzes. A iluminação monumental da barragem de Itaipu é um exemplo deste show de luzes, embora ainda não seja usada por LEDs.
Quando, em 2001, o Brasil passou por um ‘apagão’, Itaipu iniciou um trabalho para fazer a economia elétrica na própria empresa. De lá para cá, houve uma redução de 17% do consumo de energia, explica o coordenador paraguaio da Cice, Pedro Chudyk.
No país, o consumo de energia elétrica na iluminação é de 24% - o ar-condicionado, em edifícios comerciais, consome bem mais, 45%. Dos gastos energéticos em iluminação, 41% vêm do setor comercial, 35% do residencial (principalmente pelo uso da lâmpada incandescente), 19% da pública e 5% industrial.
fonte: JIE
Mobiliário urbano inteligente em Paris
O projeto Escale Numérique (Parada Digital, em francês), do designer Mathieu Lehanneur, em parceria com a agência JCDecaux, foi o vencedor do concurso promovido pela Prefeitura de Paris.
O próprio nome já indica sua função: proporcionar parada e conexão. Ao disponibilizar o potente sinal Wi-Fi, que corre pela rede de fibra-ótica sob a calçada, o projeto repete em tempos modernos, um padrão usado no século 19 pelas fontes Wallace – que ofereciam gratuitamente aos parisienses a água que circulava em galerias subterrâneas.
Uma grande tela touchscreen oferece informação atualizada sobre serviços da cidade, como guias, notícias e até mesmo recursos de realidade aumentada. Primeiro projeto do designer francês ligado ao espaço urbano, a parada digital aponta para uma evolução natural dos equipamentos públicos em direção à tecnologia.
fonte: Arkpad