O designer brasileiro Brunno Jahara criou uma divertida coleção de objetos multicoloridos contruídos a partir de peças de plástico, tampinhas e partes descartadas. A coleção remete à importância da cor e da sustentabilidade, fazendo-nos pensar sobre a quantidade de plástico que jogamos fora casa dia.

Fonte: Upcyclista

Veja como o designer Tuomas Markunpoika, de Amsterdã, transforma lápis em lindos vasos.

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O mundo pede hoje, líderes criativos que não temam o “fracasso produtivo”, que tenham visão e que assumam riscos. Eles devem ter a capacidade de achatar os modelos organizacionais, manejando as empresas de forma menos vertical.

Segundo John Maeda, que já foi professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), e é hoje presidente da Escola de Design de Rhode Island, considerado pela revista Esquire, como uma das 75 pessoas mais influentes deste século: - “A arte e o design estão preparados para transformar a economia do século 21,  tanto quanto a ciência e a tecnologia o fizeram no século passado”, diz Maeda.

Na economia global contemporânea, as únicas constantes que os líderes encaram são a volatilidade e a complexidade. A perspectiva natural de artistas e designers - que se desenvolvem na ambiguidade - se tornou vital para os líderes. O novo tipo de liderança hoje em dia, é a criativa!

A importância de combinar técnica e sensibilidade está na parceria entre artistas e designers com aqueles que desenvolvem soluções técnicas e científicas, são os únicos que podem responder questões profundas, humanizar o problema e criar respostas compatíveis com nossos valores. E é isso que irá nos mover para a frente.

É fundamental enquadrar aquilo que importa, deixando a nossa marca, nossa identidade, que fará toda a diferença neste mundo globalizado.
Mais do que nunca, nós precisamos de uma conexão com o consumidor como ser humano. Isso começa quando fundimos esse processo com a arte, o design e o pensamento crítico.

O sucesso de empresas como o AirBnb evidencia como uma experiência bem desenhada é o que faz o sucesso de uma companhia nos dias de hoje. Assim como o Hackerspace também conhecido como Hacklab e Espaço Criativo, local real em oposição ao virtual, com o formato de um laboratório comunitário, uma oficina ou um estúdio… Seguem o espírito agregador, convergente e inspirador. Nele, pessoas com interesses em comum, normalmente em ciência, tecnologia, arte digital, design ou eletrônica podem se encontrar, socializar e colaborar.

Encerro aqui, com esta frase: o design é o DNA da sociedade.

por Angela Borsoi, arquiteta e designer de interiores
fonte: Anual Design

Os produtos concebidos por arquitetos mais comentados na Semana de Design de Milão 2014

Benedetta Tagliabue para Passoni Nature: Sofa ‘BOTAN’
David Adjaye para Knoll:
The Washington Skeleton and Skin
Zaha Hadid para Citco: Tela
UNStudio para Artifort: Gemini
Daniel Libeskind para Poliform: Web
Nendo para Emeco:
The SU Collection
MVRDV para Sixinch: Vertical Village
Daniel Libeskind para Lasvit: ICE
Charles & Ray Eames (1958) para Vitra: Aluminium Chair EA 101, EA 103, EA 104
Nendoprint-chair

fonte: ArchDaily Brasil

Uma exposição no Museu do Design de Londres reúne os melhores projetos deste ano em diversas categoria.

Entre os premiados está o
o Frac Centre, em Orleans, na França, projetado por Jakob e MacFarlane, concebido como para se integrar à paisagem, e o protótipo de uma escola flutuante, construído para a comunidade de Makoko, na Nigéria. O prédio de madeira segue uma abordagem inovadora, sustentável e barata, atendendo às necessidades da população local, que vive em palafitas sobre a Lagoa de Lagos. Outro vencedor da mesma categoria foi a Pro Chair, de Konstantin Grcic. O design da cadeira não apenas permite a movimentação em todas as direções, como também faz com que seu ocupante se sente sempre na postura correta. 

fonte: MateriaBrasil

A FontanaArte, representada no Brasil pela Light Design+Exporlux, levou para casa város prêmios de design desde que começou o ano.

A delicada luminário de piso Yumi, desenhada por Shigeru Ban, foi galardonada com a medalha de ouro -máxima premiação- no IF Design Awards. Odeon e Yupik, dos estúdios Klass e Form Us With Love, respectivamente, também foram premiadas no mesmo evento. A inovadora arandela Lunaire, de Ferréol Babin, foi nomeada para o prêmio Design of The Year pelo Design Museum.

É o reconhecimento do investimento feito pela tradicional marca em novos designers e novos caminhos.

Geometria iluminada e peças de visual arrebatador pela designer nova-iorquina Bec Brittain.

Luminária Leti by Studio Macura. Porque o design também pode ser divertido.

Foi durante os anos 90 que a Light Design+Exporlux começou a apostar na criação de um design verdadeiramente brasileiro.

Quando era difícil importar e comum imitar produtos fabricado no exterior, a empresa montou um projeto de gestão em parceria com o CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. A iniciativa foi reconhecida e em 2001 a Light Design foi a primeira pequena indústria brasileira a receber o prêmio de Gestão de Design, conferido pela CNI - Confederação Nacional da Indústria disputado por 666 empresas. O projeto foi o embrião do atual Departamento de Design, desde então coordenado por Fred Mamede.

Canvas  by  andbamnan