Geometria iluminada e peças de visual arrebatador pela designer nova-iorquina Bec Brittain.

Da próxima vez que você quiser baixar a agitação emocional antes de tomar uma decisão importante, você pode começar diminuindo a iluminação. As emoções humanas, seja elas positivas ou negativas, são sentidas mais intensamente sob luz forte.

Foi o que demonstraram Alison Jing Xu (Universidade de Toronto - Canadá) e Aparna Labroo (Universidade Northwestern - EUA). A dupla realizou uma série de experimentos para examinar as relações existentes entre e iluminação e as emoções humanas.

"Outras evidências mostram que, em dias de sol, as pessoas são mais otimistas em relação ao mercado de ações, apresentam maior bem-estar e são mais dispostas a ajudar os outros, enquanto a exposição prolongada a dias escuros, chuvosos e sombrios pode resultar em transtorno afetivo sazonal," diz Xu.

Eles queriam ver como isso funciona em ambientes internos, com iluminação artificial. De forma similar, os resultados mostraram que, com luzes brilhantes as emoções são sentidas mais intensamente.

Na sala totalmente iluminada os participantes escolheram molhos mais picantes, julgaram personagens fictícios como mais agressivos e acharam participantes do sexo oposto mais atraentes - todos indicadores selecionados pelos pesquisadores para mostrar a intensidade das emoções.

Além disso, os voluntários receberam com mais intensidade palavras tanto positivas quanto negativas - eles se sentiram melhor ante palavras positivas e pior ante palavras negativas do que os voluntários em salas à meia-luz. Esses resultados são compatíveis com experimentos anteriores, que mostraram que a luz intensa diminui a sonolência de estudantes e que restaurantes com luz e música suaves ajudam a emagrecer.

Para os pesquisadores, isso é relevante porque a maioria das decisões cotidianas é feita sob luz brilhante. Assim, diminuir a intensidade da iluminação pode ajudar a tomar decisões mais racionais ou até mesmo resolver negociações com mais facilidade.

fonte: Diário da Saúde

O trabalho do artista australiano Flynn Talbot explora a maneira que a luz impacta a experiência humana e cria uma ambientação no espaço. Ao recriar de forma abstrata o gradiente de cores do pôr-do-sol, o artista estimula a memória afetiva, ativando sentimentos associados tipicamente a essa hora do dia, como o relaxamento, a reflexão, a plenitude e um certo senso de fim.

Logo no início de sua carreira, Talbot alcançou diversas conquistas com o projeto Horizon, uma série de painéis interativos que recriam o crepúsculo – momento do dia quando o sol se põe e a luz natural diminui até ficar bem fraca. Em 2010, Talbot criou seu estúdio e também recebeu o prêmio de “Designer de Iluminação Jovem do Ano”. Sua instalação Horizon foi exibida em Sydney, Londres, Perth e Frankfurt. Após colocar seu nome em evidência, o artista teve sua primeira exposição individual na prestigiada Helmrinderknecht Gallery, em Berlim, e exibiu seus novos trabalhos em Milão, Paris, Zurique, Londres, Viena e Colônia.

Segundo Talbot, o crepúsculo é sua parte favorita do dia, e por isso esse projeto procura recriar o gradiente suave de cores que esse fenômeno manifesta no céu e na paisagem ao redor antes que a luz se dissipe e o dia fique escuro. Horizon capta esse momento no tempo e reinventa-o como um espetáculo de luzes em constante mudança. Tornando o trabalho ainda mais atraente, a interatividade (feita por meio de touch screen) é um convite para que o público transforme as cenas, criando suas próprias composições inspiradas no céu.

fonte: Arkpad

Série Archist, de Federico Babino, transforma arte em arquitetura.

Fonte: Deezen

Luminária Leti by Studio Macura. Porque o design também pode ser divertido.

O projeto de iluminação da Livraria Saraiva no Shopping Village Mall, do Studio Serradura, usa e abusa de pendentes Fork, criação Diesel with Foscarini.  Composições com diferentes cores e alturas dão um toque descontraído e jovem ao ambiente assinado pelo Studio Arthur Casas.

Em 1994, a Light Design julgou ser o momento de ultrapassar as fronteiras do Brasil. Naquele ano foi montado um pequeno showroom em Lisboa, tendo à frente o decano arquiteto português João Almeida. Foram realizados alguns projetos pontuais mas o espaço acabou sendo desativado até que, em 2009, a empresa voltou à capital portuguesa em grande estilo, instalando-se na LXFactory. De lá para cá, uniu-se à líder portuguesa em tecnologia LED Exporlux, instalou um segundo showroom no Porto e formou um significativo curriculum de projetos internacionais.

Restaurante Rui Paula, projeto de Zezinho e Turibio Santos no Shopping Rio Mar, em Recife. Espaços amplos, decoração arrojada e iluminação direta embutida na medida certa.

Foi durante os anos 90 que a Light Design+Exporlux começou a apostar na criação de um design verdadeiramente brasileiro.

Quando era difícil importar e comum imitar produtos fabricado no exterior, a empresa montou um projeto de gestão em parceria com o CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. A iniciativa foi reconhecida e em 2001 a Light Design foi a primeira pequena indústria brasileira a receber o prêmio de Gestão de Design, conferido pela CNI - Confederação Nacional da Indústria disputado por 666 empresas. O projeto foi o embrião do atual Departamento de Design, desde então coordenado por Fred Mamede.

Canvas  by  andbamnan